INSTITUTO DE FORMAÇÃO DE LÍDERES TEM NOVA DIRETORIA

30 de março de 2017
Jornal O Tempo
por Helenice Laguardia


O processo reformista no Brasil, segundo o doutor em economia e ex-diretor do Banco Central Alexandre Schwartsman, está só começando, e, nesse trabalho, ele acredita que iniciativas como a do Instituto de Formação de Líderes de Belo Horizonte (IFL-BH) tenham contribuição importante. “Espero que o exemplo de vocês (do IFL-BH) contagie a todos e espero que iniciativas políticas tenham massa crítica para que o Brasil se encaminhe na direção correta”, disse Schwartsman durante palestra na posse da nova diretoria do IFL-BH.

Para o novo presidente da entidade, o advogado Marcelo Candiotto, 35, é natural que os líderes em formação no instituto caminhem para uma projeção nos cenários político e econômico do país. “Isso pode acabar acontecendo de forma natural, porque, de fato, o trabalho do IFL acaba direcionando as pessoas para assumir papéis de liderança não somente na política, mas na economia, como empreendedores, e em outros setores do Brasil que possam fazer com que o nosso país deixe de ser um país de privilégios, de desequilíbrio entre as pessoas”, disse.

De acordo com Candiotto, o IFL é uma entidade apartidária sem fins lucrativos, que defende alguns valores principais, como liberdade, propriedade privada e Estado democrático de direito. “A nossa missão é formar líderes para que possamos sempre desenvolver essas ideias dentro do ambiente econômico e político brasileiro e trazer uma independência intelectual e política para as pessoas que fazem parte do instituto”, explicou.

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AINDA QUE TARDIA

26 de setembro de 2015
Jornal TUDO - Caderno Opinião
por Débora Roichman


Mais ou menos engajados, brancos ou negros, patrão ou empregado, participantes ou não de manifestações e panelaços, a sensação de mal estar é generalizada.
Estamos todos fartos, entojados do combo de ineficiência, mentira, omissão, corrupção, inflação, recessão e desemprego.
A que ponto precisaremos chegar?
O Brasil parece estar preso ao estigma do país do futuro.
Em um passado não muito distante, pensou-se que decolaríamos, como na imagem do Cristo estampada na capa da The Economist, e de fato, houve crescimento e desenvolvimento social.
Crescemos sim, com crédito farto e barato, incentivo ao consumo e surfamos no boom das commodities. Investimentos em infraestrutura e reformas ficaram em segundo plano.
No melhor estilo “Pão e Circo”, as boas notícias e o clima favorável foram utilizados de maneira inescrupulosa e eleitoreira, de forma a garantir a perpetuação no poder.
A ambição de transformar as conquistas de curto prazo em vantagens nas urnas, aliadas à intervenção e ao viés ideológico, resultaram no péssimo momento econômico  e político que estamos vivendo hoje.
Mas porque a decolagem falhou? Afinal, o que impede o Brasil de avançar?
O peso do Estado que esmaga o cidadão e a arrogância populista de nossos líderes!
Em todo o mundo, observa-se uma correlação direta entre liberdade econômica e prosperidade.
Não há maior promotor de desenvolvimento do que o capitalismo.
O caminho para a prosperidade passa, pelo empreendedorismo.
Trabalhadores, patrões e empregados, livres para criar e investir, gerando riqueza, emprego e usufruindo do fruto de seu trabalho.
O estado nada produz. É moroso e corrupto. O cidadão não suporta mais trabalhar para sustentar a adiposa, anacrônica e ineficiente máquina pública.É preciso desconstruir a cultura, muito enraizada na cabeça dos brasileiros, de que o Estado deve resolver todos os problemas.Fundamentalmente, é preciso conscientizar o indivíduo sobre seu poder como agente de transformação da sociedade. Quanto mais pessoas com espírito empreendedor, melhor.

A Liberdade, além de um princípio constitucional, é uma aspiração humana universal. Não se engane, caro leitor: quanto maior for o Estado, menos livre será o cidadão.


FÓRUM DA LIBERDADE

12 de setembro de 2015
Jornal O Tempo - Almanaque
por Paulo Bressane

Acontece no próximo dia 28, no Palácio das Artes, o 6º Fórum da Liberdade e Democracia. Com o país sendo dilapidado por corruptos de toda espécie, e com a cegueira ideológica ainda entranhada no pensamento de uma esquerda divorciada da realidade, o tema deste ano, “Valores da Liberdade”, não poderia ser mais apropriado. O evento é imperdível porque defende os valores da liberdade, seja individual, econômica, política, de expressão, de informação ou de pensamento. A atual presidente do Instituto de Formação de Líderes, IFL-BH, Débora Roichman, ressalta o papel do instituto como uma entidade sem fins lucrativos ou compromissos político-partidários, com o objetivo de incentivar e preparar lideranças com base nos conceitos de economia de mercado e livre iniciativa.

É seguindo os conceitos da liberdade que o IFL se manifesta: “Defendemos que as ideias em prol da liberdade devem circular, sob pena de serem extintas, e assim chegamos à sexta edição do fórum, com uma proposta ambiciosa: fomentar a leitura e o conhecimento. Acreditamos que todo indivíduo que buscar conhecimento, deverá ser encorajado. Para tanto, montamos uma grande biblioteca e convidamos todos os participantes a trazerem um livro para completar as prateleiras. Nenhum país terá uma sociedade verdadeiramente livre, próspera e sustentável sem que os indivíduos possam defender sua liberdade de pensar e se expressar”. As ideias do IFL me levam a uma expressão de Jean-François Revel: “O que marca a falência do comunismo não é a queda do Muro de Berlim em 1989, mas a sua construção em 1961”.

Entre os palestrantes do evento, estão a ativista política no combate à corrupção e transparência do Governo da Guatemala, Gloria Álvarez. O professor Luiz Felipe Pondé, colunista do jornal “Folha de S.Paulo”, doutor em filosofia pela Universidade de Paris VIII. A colunista de política e âncora da “TVEJA”, a TV do site da revista “Veja”, Joice Hasselmann. O doutor em economia Paulo Rabello de Castro, presidente da SR Rating, primeira empresa brasileira de classificação de riscos de crédito, e que, na Universidade de Chicago, cursou com os professores Milton Friedman, Gary Becker e T.W. Schultz, todos ganhadores do Prêmio Nobel em Economia. Rodrigo Constantino, presidente do Conselho do Instituto Liberal e autor de oito livros, entre os quais “Privatize Já” e “Esquerda Caviar”. O senador Ronaldo Caiado, um dos parlamentares mais bem avaliados do Congresso, e o ex-presidente do Uruguai, Luís Alberto Herrera.

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A LIBERDADE EM DEBATE

06 de setembro de 2015
Blog do PCO - Caderno Política
por Paulo César de Oliveira

O ex-presidente do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Herrera (foto), juntamente com a ativista política guatemalteca Gloria Álvarez; o filósofo Luiz Felipe Pondé; o jornalista Leandro Narloch; o presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Liberal Rodrigo Constantino e o senador Ronaldo Caiado, desembarcam em Belo Horizonte, no dia 28 de setembro, a convite do Instituto de Formação de Líderes (IFL) para debater a liberdade. Estas personalidades renomadas mundialmente são alguns dos palestrantes já confirmados no 6º Fórum Liberdade e Democracia, que o IFL Belo Horizonte promove no dia 28 (segunda-feira), de 14h às 19h, no Palácio das Artes. Com o tema “Valores da Liberdade”, o encontro será dividido em três painéis, que vão abordar a liberdade individual, política e econômica. A escolha dos palestrantes foi motivada pela atuação dos mesmos em defesa da liberdade numa das três esferas em destaque no evento. “Será um dia muito produtivo para refletirmos sobre a importância da liberdade em todo seu âmbito na nossa sociedade atual. Nossos convidados apresentarão suas opiniões e experiências sobre a temática, enriquecendo o diálogo ao envolver a comunidade na discussão”, destaca o arquiteto e urbanista Guilherme Moretzsohn, diretor de comunicação do IFL de Belo Horizonte.